Para interromper as atividades e coletar novas provas que ajudem a esclarecer a movimentação financeira e a conduta individual dos suspeitos, a operação cumpriu 14 mandados de prisão preventiva, 22 de busca e apreensão e duas medidas cautelares alternativas.
Os documentos, equipamentos e demais materiais apreendidos durante as buscas serão analisados para auxiliar na identificação de outros possíveis envolvidos e no rastreamento da movimentação financeira da organização criminosa. Conforme o avanço das investigações, os suspeitos deverão responder pelos crimes de acordo com a participação atribuída a cada um.
A Justiça determinou ainda o bloqueio de ativos financeiros dos investigados para desestruturar a sustentação econômica do grupo e reter recursos vinculados aos crimes. O material apreendido subsidiará a continuidade das apurações.
Uma organização criminosa suspeita de movimentar cerca de R$ 8 milhões em golpes ao longo de um ano foi alvo da Operação Avalanche, deflagrada na manhã desta quinta-feira (6/8) pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM). As investigações apontam que o esquema era liderado por um advogado que atuava em Manaus.
De acordo com informações repassadas pelo delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), os criminosos atraíam as vítimas com anúncios em redes sociais e plataformas de comércio eletrônico para a comercialização fraudulenta de imóveis, veículos e consórcios.
“O grupo utilizava um conglomerado de empresas para conferir aparência de legalidade aos negócios fraudulentos. As pessoas lesadas pagavam quantias de entrada acreditando fechar os negócios, mas os valores eram desviados sem a entrega dos bens ou serviços prometidos”, contou o delegado responsável pela operação.
A abordagem também era estruturada com “mapas mentais” para abordagens sem margem de erro no golpes aplicados na vítimas. As “cartilhas” era repassadas entre os membros do grupo para padronizar o método e não levantar suspeitas.
Cumprimento de mandados
Para interromper as atividades e coletar novas provas que ajudem a esclarecer a movimentação financeira e a conduta individual dos suspeitos, a operação cumpriu 14 mandados de prisão preventiva, 22 de busca e apreensão e duas medidas cautelares alternativas.
Os documentos, equipamentos e demais materiais apreendidos durante as buscas serão analisados para auxiliar na identificação de outros possíveis envolvidos e no rastreamento da movimentação financeira da organização criminosa. Conforme o avanço das investigações, os suspeitos deverão responder pelos crimes de acordo com a participação atribuída a cada um.
A Justiça determinou ainda o bloqueio de ativos financeiros dos investigados para desestruturar a sustentação econômica do grupo e reter recursos vinculados aos crimes. O material apreendido subsidiará a continuidade das apurações.
*Com informações da assessoria








